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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Beatles: álbuns preferidos

Enumerar os melhores álbuns dos Beatles não é uma tarefa fácil, embora já haja certo consenso em relação a alguns discos e a própria crítica especializada já tenha apontado diversas vezes os melhores de todos, mesmo que ela tenha mudado o ranking algumas vezes ao longo dos anos. Entretanto, minha tarefa aqui é mais simples. Eu vou listar não os melhores álbuns em termos de produção técnica, engenharia, know how, mas sim as canções e a sonoridade dos Beatles que chegam primeiro ao coração desse beatlemaníaco aqui. E mesmo que a qualidade técnica influencie em determinados pontos, é a melodia, a harmonia e até mesmo a letra que estão contando ao final. Já vi muitas listas de melhores álbuns dos Beatles, mas nenhuma delas condizia exatamente com a minha. Encontro sempre algumas semelhanças em determinadas posições, mas há também muitas surpresas com a colocação de alguns álbuns. Então resolvi postar a minha também. Deixando claro que essa seleção é pessoal e não se baseia nas especificações e evoluções técnicas de cada disco. Se assim o fosse o ranking seria outro. É apenas a sequência de um apaixonado pelas canções da mais bem sucedida banda de rock de todos os tempos. Come together!

13º. Yellow Submarine

Lançado em 1969 como parte da trilha sonora do filme de mesmo nome, o 11º álbum dos Beatles não tem muito o que oferecer. Na verdade ele é mais trilha do filme do que propriamente disco dos Beatles. Duas de suas canções já estavam presentes em outros álbuns: Yellow Submarine em Revolver e All You Need is Love em Magical Mystery Tour. Das inéditas, não há uma música forte ou significativa o suficiente para marcar o álbum. Particularmente eu gosto de Hey Bulldog e Only a Northern Song. As canções instrumentais de George Martin são até interessantes como parte da trilha do filme, mas não são música Beatles. Por isso tudo, esse disco fica na minha última posição.


domingo, 20 de março de 2011

Centésimo desatino

Parecia ontem. Não! Já faz quase 4 anos. Essa seria mais uma simples postagem não fosse o detalhe que ela é a publicação número 100 do Celeiro. Noventa e nove ideias, opiniões, sonhos, recordações e momentos hilariantes da vida desse cara aqui estão espalhados nesse espaço. O ano era 2007, outubro. A intenção: criar um blog para escrever crônicas sobre o ponto de vista do meu dia-a-dia maluco no terceiro ano da faculdade de Comunicação Social. Primeiro devo agradecer ao talentoso fotógrafo, Tareb Edson, que por perda de contato não sei se enveredou para outra profissão, de modo que pra mim ficou a imagem do fotógrafo. Foi por descobrir o seu blog, as crônicas bem-humoradas e as reflexões que fazia que me inspirei a criar minha própria página. Tanto que até hoje ainda tenho o link dele, mesmo não havendo atualizações há cinco anos. Naquela época, dava para abrir uma página e se admirar com o que encontrava, hoje de cada dez perfis no Twitter, oito tem um link de um blog, parece que já vem no pacote.

Meu primeiro texto não poderia ser outro, foi sobre o processo que me levou ao estágio do Sebrae durante a Feira do Empreendedor. O primeiro comentário que recebi foi da minha amiga Kárem, em 9 de outubro, um dia depois de publicar a primeira história. Bem, extraindo um trecho do seu enorme a carinhoso comentário, ela escreveu: "É um cantinho bastante aconchegante e que promete muitas risadas e fortes emoções!!". Não sei se consegui corresponder a profecia, mas analisando alguns dos 318 comentários que constam no Celeiro até então, pude perceber que ao menos alguns sorrisos fui capaz de arrancar. Com o passar dos anos, o Celeiro foi se modificando, ganhando modernos layouts, novas aventuras em cada publicação e obtendo reconhecimento ao mesmo tempo em que seu dono se descobria, crescia e compartilhava com ele suas conquistas e frustrações.

Hoje, 20 de março de 2011, três anos, cinco meses e doze dias após a primeira postagem entrar no espaço cibernético e o nome Celeiro do Sam começar a ser difundido, eu chego ao meu centésimo texto. Poderia já ter escrito duzentos, quinhentos ou mil histórias, ou poderia estar na quarenta, na setenta. Não! Estou na cem! Só escrevo quando sinto necessidade de externar alguma inquietação ou relatar outras peripécias da vida desse jovem irrequieto aqui, embora essa necessidade tenha sido bem mais constante nos últimos tempos. Não por acaso, ou totalmente porventura, atinjo essa meta numa data curiosa. Ontem foi aniversário da minha avó. Um ser que sempre irradia luz à minha vida. Temos uma ligação tão intensa que aos que acreditam na reencarnação, há quem diga que esse moço aqui deveria ter vivido de perto toda a febre da beatlemania, pois eu poderia ter sido o filho mais novo da minha avó que morreu atropelado no auge de Ticket to Ride.

Curiosamente, na mesma data de hoje em 1969, John Lennon se casou com Yoko Ono no território britânico de Gibraltar. Aos olhos de "todo" beatlemaníaco, ela seria a grande vilã da separação da banda e por isso condenada a eterna expiação de seus pecados. Já não parto desse pressuposto. Quem conhece a história do quarteto a fundo, sabe que o fim dos Beatles seria inevitável com ou sem Yoko. Tudo bem, ela pode ter antecipado um pouquinho, mas foi o descomunal amor da vida de John Lennon. As loucuras que esse cara fazia com ela eram inimagináveis. A canção The Ballad of John and Yoko narra esses momentos dos dois, que mais pareciam uma brincadeira com o mundo. Não sei se isso é babaquice de fã, mas se meu ídolo está feliz, devo embarcar junto na felicidade dele. E a contrapartida se mostrou significativa com uma década de memoráveis composições em sua carreira solo.

Mas 20 de março também costuma ser o dia do equinócio de outono no hemisfério sul. E a partir de amanhã, na astrologia, o sol entra no signo de áries e o ano astrológico tem início. Áries tem como elemento o fogo e entre suas características, a coragem, o pioneirismo, o entusiasmo, e também a impaciência, a impulsividade e a raiva. Bem, e eu sou ariano. Então o sol entra na minha casa a partir de amanhã e todas as minhas manifestações estarão mais acentuadas, ou não, não domino a lógica da astrologia. Mas aprendi pesquisando que áries é regido por Marte, planeta que tem o poder da conquista e da busca pela realização pessoal. Uma dica para investir nesse território? Um ariano que cruzou meu caminho em dois momentos foi Junior Lima. Na infância e adolescência ao embalar minhas aventuras ao lado de sua irmã Sandy, quando ainda não era devassa, e ano passado ao ler um texto meu no Celeiro sobre o seriado da dupla e indicá-lo em seu Twitter. Meu blog ficou mais popular que o clipe de Stefhany Absoluta. Com a diferença que continuei a pé.

Quem quase nasce ariano também é o autor de novelas Manoel Carlos. Mais uma semana e ele herdaria todo o temperamento impulsivo dessa espécie. O que talvez interferisse na construção de suas Helenas e de suas narrativas cheias de sensibilidade e romantismo, palavra-chave no pisciano. Mas seguindo os acontecimentos de 20 de março que marcam a data da minha centésima postagem, em 1815 Napoleão entrou em Paris depois de escapar de seu exílio na ilha de Elba dando início ao Governo dos Cem Dias; Albert Einstein publicou sua teria geral da relatividade em 1916; os EUA iniciaram a invasão ao Iraque em 2003; e em 2006 o Museu da Língua Portuguesa foi inaugurado na Estação da Luz em São Paulo. Tudo isso não tem nada a ver comigo, nem com o Celeiro, mas achei que se encaixaria no contexto de alguma forma. Afinal, aqui tem espaço suficiente para tantas proezas, que não estaria ainda nem próximo de encerrar o primeiro ato. Tenho bastante disposição para escrever e muitos delírios ainda na alma que precisam se transformar em palavras e ideias absurdas. Que maravilha um ser pensante e a loucura de se julgar normal em meio a lucidez da insanidade. E aí quem sabe o Celeiro seguirá uma outra profecia e será imenso do tamanho do amor que um dia alguém ousou sentir por mim.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A arte do coração

Não é novidade pra ninguém que tenho um passado Imortal recheado de fantasias juvenis, Música e Paixão. Não é novidade também que já fui de Splish Splash a Dig Dig Joy e Vâmo Pulá com grande ímpeto. Cantei, vibrei, sonhei, desejei e vivi Dias e Noites de intensa dedicação. Sandy e Junior fizeram minha infância e adolescência mais divertida, acredito. Muitos me condenam hoje por isso. Como o cara gosta de Beatles e de Sandy e Junior? É muita discordância, não? Penso que cada fase de nossa vida é cercada de descobertas, de momentos únicos, e cada uma delas serve de alicerce para sermos o que somos hoje. Sandy e Junior contribuíram com uma fase de minha vida bem antes de While My Guitar Gently Weeps ou Strawberry Fields Forever. Foram importantes na construção de um garoto que queria subir no palco, escrever e interpretar. Hoje, ambos, Beatles e Sandy e Junior não existem mais. Não, como banda e dupla. Paul McCartney, Ringo Starr, Sandy Leah e Junior Lima seguem suas vidas separadamente. O sonho acabou, já dizia John Lennon. O que sobra são coletâneas de cds, dvds, canções e lembranças perdidas na nossa memória.

Talvez a grande diferença entre The Beatles e Sandy e Junior na minha vida seja o fato de que enquanto ainda vivo hoje os Beatles como um verdadeiro beatlemaníaco, Sandy e Junior só existem no meu passado. Não Dá Pra Não Pensar em toda relevância da dupla na minha caminhada, contudo, não teria mais o mesmo pique de 10 anos atrás. Já vinha perdendo o entusiasmo de outrora em seus últimos discos. Parece realmente que o Inesquecível fanatismo havia cedido lugar e cravado seu espaço nas páginas da memória Samuel. Mas vez por outra é bom recordar situações, estações, lendas... É sempre gratificante viajar nas nossas recordações e nos permitir viver a saudade. Nos faz bem. Foi isso que aconteceu quando o novo canal de assinatura da Globosat, Viva, anunciou o retorno do seriado Sandy e Junior, que esteve no ar de 1999 a 2003 nas tardes de domingo da Rede Globo.

Naquela época eu estava em pleno apogeu do meu fanatismo pela dupla. Ao longo dos quatro anos do programa, colecionei 20 fitas VHS gravando os episódios. Me Apaixonei pelas histórias, pelos personagens, pelo colégio CEMA, pela professora Elvira, pela cantineira Irene, Etc... E Tal. Tinha um carinho muito grande pela série, e ainda tenho. Outro dia tive a oportunidade de rever alguns episódios pelo YouTube - já que meu videocassete não funciona mais, as fitas estão se estragando e eu não tenho TV por assinatura - e foi maravilhoso rever as intrigas, as paixões, os objetivos e lutas da turminha do Centro Educacional Mário de Andrade. Era como se com Gustavo, Patty, Clara, Boca, eu voltasse a ser o mesmo Samuel de 14, 15 e 16 anos e tivesse os mesmos desejos de volta, querendo estudar numa escola como a deles ou até estudar com eles, participar de um episódio, escrever outro... Nossa! Quanta Ilusão!

De alguma maneira maluca, o seriado me conectava a um ideal de vida, seja estudando em um Liceu, tendo amigos unidos, atuando ou escrevendo. Gostava da sensação que os episódios me provocavam. Sensações que talvez nem os próprios atores compartilhassem. Me sentia um Super-Herói. Sei que Sandy e Junior hoje não mantêm o carinho pela série, que eu e tantos outros fãs mantemos. Foi apenas mais um trabalho, e Junior chegou a afirmar, em entrevista a Marília Gabriela, que sente vergonha em se ver no início da adolescência. Mas quem se importa? Só queríamos o conjunto de histórias com a maior dupla pop brasileira até então. Nomes como Mariana Ximenes, Paulo Vilhena, Fernanda Paes Leme, Marcos Mion e Daniele Suzuki foram revelados no programa. No Fundo do Coração eu gostaria de ter toda a série em dvd, e através dela, nadar novamente pelos meus sonhos, rever os conceitos, bagunçar meus planos, afinal, somos sensíveis às emoções e estamos sujeitos à mudança. Quem garante que o nosso verdadeiro destino não está perdido em algum momento do passado, e só precisamos ir lá resgatá-lo? É só estar aberto e entender os mecanismos que compõem A Arte do Coração.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Yesterday and today

O que faz uma banda permanecer viva quarenta anos após o seu término?  Quais critérios definem o sucesso de um grupo de rock? A música? Os fãs? Os cantores? Os compositores? Qual o ingrediente utilizado por John, Paul, George e Ringo nas suas canções, capaz de continuar conquistando novos admiradores a cada ano? Acho que não seria capaz de resolver tal questão. Talvez suas batidas She Loves You, From me To You, Can’t Buy me Love, ou suas baladas If I Fell, In My Life, Something, talvez o estilo psicodélico, as inovações em Revolver, Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, os filmes, a Índia, as drogas. É muita vida para uma década apenas. O detalhe curioso nos shows de Paul McCartney no Brasil foi a gigantesca multidão que esgotou ingressos poucas horas depois de postos à venda. Uma multidão que não acompanhou a febre da beatlemania, que não viu os garotos inebriados com o sucesso se transformarem em ícones, não presenciou o crescimento, as desavenças e até o rompimento em estilo Abbey Road, mas seguiu o cantor em todas as suas canções ao delírio.

Não sei desde quando, mas em algum momento da minha infância, eu tomei conhecimento de que existiu uma banda chamada The Beatles que fez muito sucesso no passado e de que todos falavam extasiados. Contudo, era algo distante de mim, uma realidade para os que viveram duas décadas antes de eu nascer. Cheguei a descobrir que havia um John Lennon, que parecia ter sido o cabeça do grupo e que havia feito muito sucesso também após o fim da banda, principalmente com uma música que todos aclamavam chamada Imagine, mas que ele havia sido assassinado. Sabia que outro grande cabeça chamado Paul McCartney ainda estava vivo, mas desconhecia alguma música solo de referência. Os demais não sabia sequer o nome. Bem, também por algum motivo que eu desconheço, sempre mantive uma ligação de encanto e nostalgia por músicas dos anos 60, 70 e 80. Gostava do ritmo, das lembranças que eu nunca tive e que elas me remetiam, e muitas escutava nas ruas, nos sons altos dos carros insistentes em bares até tarde da noite.

Havia algum fascínio na música Feche os Olhos de um tal de Renato e Seus Blue Caps, que me envolvia, apesar de minha mãe dizer que a música era antiga e brega. Tinha outra também chamada Menina Linda que eu me fissurava, mas não tinha conhecimento do nome da música, do cantor e muito menos do compositor. Achava a melodia de outra incrível, mas muita gente gravava e eu cheguei a pensar que a música não tinha dono. Aos 15 anos fui morar na casa da minha tia pra estudar e descobri que o marido dela tinha um cd duplo do famoso grupo The Beatles, intitulado Anthology 3. Deduzi que deveria haver o 1 e o 2. Era música pra não acabar mais. Minha prima só gostava de uma canção e vez por outra colocava pra tocar, era Let it be. Soava interessante. Mas eu queria ouvir mesmo era Imagine que todos diziam ser perfeita, só que era da carreira solo de John Lennon. Ah, tinha outra bem conhecida desse grupo, Yesterday, mas não constava no cd da casa da minha tia.

Finalmente pude escutar Imagine completa quando Paulo Ricardo regravou e eu comprei o cd. Não entendia o inglês, mas a mensagem parecia ser bonita. No mesmo ano, escutei uma versão, agora em espanhol, da música que eu gostava e que todos regravavam. Chamava-se Mi Grand Amor Le Di, de José Alberto El Canário, título original: And I Love Her, composição: Lennon/McCartney. Ah, achava que eles só cantavam rock pesado e musiquinhas broncas. Depois escuto uma Sgt. Peppers na voz de Cássia Eller e uma Here, There and Everywhere de Rita Lee, de autoria dos mesmos. Mas o grande insight só aconteceu sete anos depois, no último ano da faculdade, na cadeira de cinema, quando o abençoado e beatlemaníaco Rômulo Azevedo me apresentou definitivamente a John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr no auge de uma loucura que teve início na Inglaterra dos anos 60 conhecida como beatlemania, retratada no filme A Hard Days Night pelos próprios rebentos.

A partir daí foi um Love me Do, Please Please me, Twist and Shout, All My Loving, I Should Have Known Better, I Want to Hold Your Hand, Ticket to Ride, Help, Penny Lane, Day Tripper, Eleanor Rigby, Hey Jude, All You Need Is Love, Yellow Submarine, Paperback Writer, Revolution, Across the Universe, Strawberry Fields Forever, A Day in the Life, Lucy in the Sky with Diamonds, Ob La Di Ob La Da, Dear Prudence, Golden Slumbers, Come Together, Here Comes the Sun, Get Back. Um mergulho cada dia mais intenso em busca de “novas” canções, “novas” melodias. De repente me vi revivendo uma época que nunca vivi. Conheci Liverpool, The Quarrymen, o clube Caverna, Hamburgo, Pete Best, Stuart Sutcliffe, Brian Epstein, George Martin, a gritaria nas ruas, a recepção em Nova York, os cinemas de A Hard Days Night e Help, o título do MBE, o LSD, o Shea Stadium, o sargento Pepper, Maharishi Yogi e a meditação transcendental, Yoko Ono, o terraço da Apple, a faixa da Abbey Road, o acervo do Beatles Anthology. E quanto mais eu pudesse penetrar. 

Somente uma banda capaz de conquistar uma multidão de novos fãs 40 anos após deixar de existir, pode se considerar consagrada mundialmente. O poder e o alcance dos Beatles ultrapassaram não só a fronteira da Grã-Bretanha, mas a do tempo, e continuam influenciando gerações, transformando comportamentos, revirando as cabeças de jovens, adultos e deixando um rastro de obsessão aonde chegam. Paul McCartney e Ringo Starr hoje são relatos vivos de uma página da História do planeta, tipo como se Colombo, Napoleão, Cleópatra ou Hitler estivessem ainda aqui. A energia emanada de suas canções chegou até mim inconscientemente desde muito cedo, já era um fã dos Beatles em estado latente, e quando vislumbrei diante de mim tudo o que buscava, foi como um flash de memória perdida ressurgindo. Ainda engatinho pelo universo gigantesco de composições, bastidores e curiosidades do quarteto, mas ando absorvendo sua essência tão forte quanto a inalada de John em Girl. E sei que as partículas da explosão cósmica The Beatles continuam chegando a galáxias cada vez mais anos luz de nós, yesterday and today.